Floresta e Ambiente
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PADRÃO ESPACIAL DE DIVERGÊNCIA EM POPULAÇÕES DE Eugenia dysenterica DC UTILIZANDO MARCADORES MICROSSATÉLITES

SPATIAL AUTOCORRELATION OF DIVERGENCE IN POPULATIONS OF Eugenia dysenterica DC USING SSR MARKERS

Zucchi, Maria Imaculada; Pinheiro, José Baldin; Aguiar, Anada Virginia; Chaves, Lázaro José; Coelho, Alexandre Siqueira G.; Vencovsky, Roland

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Resumo

Neste trabalho se avaliou o padrão espacial de divergência, em populações de Eugenia dysenterica, com a finalidade de conservar esta espécie nativa. Verificou-se através da autocorrelação espacial das freqüências alélicas, com sete marcadores microssatélites, contendo 73 alelos, a divergência genética e o padrão da variabilidade alélica espacial das populações. Utilizou-se os índices I de Moran estimados em quatro classes de distâncias geográficas. A correlação entre matriz de distâncias geográficas e genéticas (r=0,872), indica que as distâncias geográficas possuem um padrão espacial de variabilidade. O correlograma mostrou que a divergência genética está estruturada no espaço em um padrão clinal de variação. Observou-se um fluxo a curtas distâncias e deriva genética dentro das populações locais, sugerindo desta forma o modelo de isolamento-por-distância.

Palavras-chave

autocorrelação espacial, cagaiteira, cerrado

Abstract

in this study spatial autocorrelation of the allelic frequencies and the correlation between matrices of genetic and geographic distances were evaluated by the analyses of the spatial autocorrelation divergence. Genetic and spatial structure of these populations were analyzed using seven microsatellite markers containing 73 alleles. Genetic diversity and the pattern of allelic variability of Eugenia dysenterica populations were evaluated in order to provide essential information for the conservation of the species. Analysis of spatial autocorrelation was made by estimating Moran I index in four classes of geographic distances. The correlation between geographic and genetic-distance matrices (r=0.872) indicated that the geographic distances have variable spatial pattern. The correlation graph showed that the genetic divergence is ordered in space in a clinal pattern of variation. Restricted gene flow and genetic drift inside the populations suggest that the model of isolation-by-distance can be applied.

Keywords

spatial autocorrelation, cagaita tree, cerrado
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