Floresta e Ambiente
http://floram.org/article/doi/10.1590/2179-8087.060517
Floresta e Ambiente
Original Article Silviculture

Soil Influences on Tree Species Distribution in a Rupestrian Cerrado Area

Daniel Dantas; Maria José Souza; Arthur Vieira; Marcio Oliveira; Israel Pereira; Evandro Machado; Claudio Marcio Souza; Wellington Rocha

Downloads: 0
Views: 171

Abstract

ABSTRACT: This study aimed to analyze relations between the distribution of tree species and variations in soil texture, fertility and organic matter levels in a rupestrian cerrado area located in Diamantina-MG. Individual trees with circumference at soil level (PC) ≥ 3 cm were sampled in 10 plots of 20x50m. Samples of surface soil (0.00-0.20 m of depth) were collected from each plot and analyzed for their chemical and physical properties. Through canonical correspondence analysis, Eremanthus incanus, Kielmeyera lathrophyton, Terminalia sp and Vochysia discolor show a stronger relation to higher potassium and remaining phosphorus levels; the species Xylopia sericea, Protium spruceanum and Protium heptaphyllum show a stronger relation to higher levels of organic matter and total cation exchange capacity; the species Roupala montana, Qualea grandiflora, and Erythroxylum suberosum grew uniformly in all plots. There is relation between species distribution and chemical and physical soil variables in the area.

Keywords

chemical and physical soil characteristics, organic matter, canonical correspondence analysis, Serra do Espinhaço

References

Abreu PAA, Silva AC, Pedreira LCVSF. Serra do Espinhaço Meridional, paisagens e ambientes. Belo Horizonte: O Lutador; 2005.

Alvarez VVH, Novais RF, Barros NF, Cantarutti RB, Lopes AS. Interpretação dos resultados das análises de solos. In: Ribeiro AC, Guimarães PTG, Alvarez VAV, editor. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. Viçosa: CFSEMG; 1999. p.25-32

Batista EA, Couto HTZ. Influência de fatores químicos e físicos do solo sobre o desenvolvimento da vegetação de Cerrado na Reserva Biológica de Moji-Guaçu, SP. Revista do Instituto Florestal 1990; 2: 69-86.

Camargos VL, Silva AF, Meira JAA No, Martins SV. Influência de fatores edáficos sobre variações florísticas na Floresta Estacional Semidecídua no entorno da Lagoa Carioca, Parque Estadual do Rio Doce, MG, Brasil. Acta Botanica Brasílica 2008; 22(1): 75-84. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33062008000100010.

Carmo FF, Jacobi CM. A vegetação de canga no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais: caracterização e contexto fitogeográfico. Rodriguésia 2013; 64(3): 527-541. http://dx.doi.org/10.1590/S2175-78602013000300005.

Carvalho AR, Marques-Alves S. Diversidade e índice sucessional de uma vegetação de cerrado sensu stricto na Universidade Estadual de Goiás-UEG, campus de Anápolis. Revista Árvore 2008; 32(1): 81-90. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622008000100010.

Carvalho DA, Oliveira AT Fo, Vilela EA, Curi N, Van Den Berg E, Fontes MAL et al. Distribuição de espécies arbóreo-arbustivas ao longo de um gradiente de solos e topografia em um trecho de floresta ripária do rio São Francisco em Três Marias, MG, Brasil. Brazilian Journal of Botany 2005; 28(2): 329-345. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-84042005000200013.

Cordeiro L. Fixação de nitrogênio em leguminosas ocorrentes no cerrado. In: Klein AL, editor. Eugen Warming e o Cerrado brasileiro: um século depois . São Paulo: Universidade Estadual de São Paulo; 2000.

Cruz CD, Regazzi AJ, Carneiro PCS. Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético. 2. ed. Viçosa: UFV; 2012.

Cruz Ruggiero PG, Batalha MA, Pivello VR, Meirelles ST. Soil-vegetation relationships in cerrado (Brazilian savanna) and semideciduous forest, Southeastern Brazil. Plant Ecology 2002; 160(1): 1-16. http://dx.doi.org/10.1023/A:1015819219386.

Deus MJ. Guia de campo: vegetação do Cerrado 500 espécies . Brasília: MMA/SBF; 2011.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Manual de métodos de análise de solo. 2. ed. Rio de Janeiro: EMBRAPA; 2011.

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 3. ed. Brasília: EMBRAPA; 2013.

Felfili JM, Silva MC Jr, Rezende AV, Machado JWB, Walter BMT, Silva PEN et al. Análise comparativa da florística e fitossociologia da vegetação arbórea do cerrado sensu stricto na Chapada Pratinha, DF-Brasil. Acta Botanica Brasílica 1993; 6(2): 27-46. http://dx.doi.org/10.1590/S0102-33061992000200003.

Gianotti ARC, Souza MJH, Pereira IM, Machado ELM, Vieira AD, Magalhães RM. Soil and phytosociological characterization of an area with predominance of arnica (Lychnophora pohlii Sch. Bip.). Revista Brasileira de Ciência do Solo 2013; 37(3): 565-571. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-06832013000300002.

Giulietti AM, Rapini A, Andrade MJG, Queiroz LP, Silva JMC. Plantas raras do Brasil . Belo Horizonte: Conservation International; 2009.

Goodland R, Pollard R. The Brazilian cerrado vegetation: a fertility gradient. Journal of Ecology 1973; 61(1): 219-224. http://dx.doi.org/10.2307/2258929.

Haridasan M. Nutritional adaptations of native plants of the cerrado biome in acid soils. Brazilian Journal of Plant Physiology 2008; 20(3): 183-195. http://dx.doi.org/10.1590/S1677-04202008000300003.

Kamino LHY, Oliveira-Filho AT, Stehmann JR. Relações florísticas entre as fitofisionomias florestais da Cadeia do Espinhaço, Brasil. Megadiversidade 2008; 4: 39-49.

Lima RAF, Rando JG, Barreto KD. Composição e diversidade no cerrado do leste de Mato Grosso do Sul, Brasil. Revista Árvore 2015; 39(1): 9-24. http://dx.doi.org/10.1590/0100-67622015000100002.

Longhi P, Souza A, Garcia R, Pioveza V. Estudo de caso do processo de extração do óleo essencial da madeira de Candeia no sul de Minas Gerais. Floresta 2009; 39(3): 555-570. http://dx.doi.org/10.5380/rf.v39i3.15355.

Martins FR. Estrutura de uma floresta mesófila. 2. ed. Campinas: UNICAMP; 1993.

Ministério do Meio Ambiente – MMA. Mapeamento do uso e cobertura do cerrado: Projeto TerraClass Cerrado 2013. Brasília: MMA; 2015.

Mittermeier RA, Turner WR, Larsen FW, Brooks TM, Gascon C. Global biodiversity conservation: the critical role of hotspots. In: Zachos FE, Habel JC, editors. Biodiversity hotspots . Berlin: Springer; 2011. http://dx.doi.org/10.1007/978-3-642-20992-5_1.

Mueller-Dombois D, Ellenberg H. Aims and methods of vegetation ecology . New York: Wiley; 1974.

Oksanen J, Blanchet FG, Kindt R, Legendre P, Minchin PR, O’Hara RB et al. Vegan: Community Ecology Package. R package version 2.0-10 [online]. Vienna: CRAN; 2013 [cited 2015 Apr 02]. Available from: http://CRAN.R-project.org/package=vegan

Oliveira CP, Francelino MR, Cysneiros VC, Andrade FC, Booth MC. Composição florística e estrutura de um cerrado sensu stricto no oeste da Bahia. Cerne 2015; 21(4): 545-552. http://dx.doi.org/10.1590/01047760201521041722.

R Core Team. R: A language and environment for statistical computing [online]. Vienna: R Foundation for Statistical Computing; 2014 [cited 2015 Apr 02]. Available from: http://www.R-project.org/

Ratter JA, Bridgewater S, Atkinson R, Ribeiro JF. Analysis of the floristic composition of the brasilian cerrado vegetation II: comparison of the woody vegetation of 98 areas. Edinburgh Journal of Botany 1996; 53(02): 153-180. http://dx.doi.org/10.1017/S0960428600002821.

Ratter JA, Bridgewater S, Ribeiro JF. Analysis of the floristic composition of the Brazilian cerrado vegetation iii: comparision of the woody vegetation of 376 areas. Edinburgh Journal of Botany 2003; 60(1): 57-109.

Regazzi AJ. INF 766 - Análise multivariada. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa; 2001.

Ribeiro AC, Guimaraes PTG, Alvarez V VH. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais – 5ª Aproximação . Viçosa: CFSEMG; 1999.

Scolforo JR, Oliveira AD, Silva CPC, Andrade IS, Camolesi JF, Borges LFR et al. O manejo da candeia nativa. Lavras: UFLA; 2008.

Silva FC, Eira PA, Raij B van, Silva CA, Abreu CA, Gianello C et al. Métodos de análises químicas para avaliação da fertilidade do solo. In: Silva FC, editor. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes . Brasília: EMBRAPA; 2009. p. 107-189.

Silva MC Jr. 100 árvores do cerrado: manual de campo. Brasília: Rede de Sementes do Cerrado; 2005.

Silva RBM, Francelino MR, Moura PA, Moura TA, Pereira MG, Oliveira CP. Relação solo/vegetação em ambiente de cerrado sobre influência do grupo Urucuia. Ciência Florestal 2015; 25(2): 363-373. http://dx.doi.org/10.5902/1980509818455.

Souza JS, Espírito-Santo FDB, Fontes MAL, Oliveira-Filho AT, Botezelli L. Análise das variações florísticas e estruturais da comunidade arbórea de um fragmento de floresta semidecídua às margens do rio Capivari, Lavras-MG. Revista Árvore 2003; 27(2): 185-206. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622003000200009.

Ter Braak CJF. The analysis of vegetation environment relationships by canonical correspondence analysis. Vegetatio 1987; 69(1-3): 69-77. http://dx.doi.org/10.1007/BF00038688.

Terra MCNS, Mello JM, Mello CRM, Santos RM, Nunes ACR, Raimundo MR. Influência topo-edafo-climática na vegetação de um fragmento de Mata Atlântica na Serra da Mantiqueira, MG. Ambiente & Água 2015; 10: 928-942. http://dx.doi.org/10.4136/1980-993X.

Torres DM, Fontes MAL, Samsonas HP. Relações solo-vegetação na estruturação de comunidades de cerrado sensu stricto no sul de Minas Gerais, Brasil. Rodriguésia 2017; 68(1): 115-128. http://dx.doi.org/10.1590/2175-7860201768121.

Walkley A, Black IA. An examination of the different method for determining soil organic matter and a proposed modification of the chromic acid titration method. Soil Science 1934; 37(1): 29-38. http://dx.doi.org/10.1097/00010694-193401000-00003.
 

5b7341430e882502488068aa floram Articles
Links & Downloads

FLORAM

Share this page
Page Sections