Floresta e Ambiente
http://floram.org/article/doi/10.1590/2179-8087.025216
Floresta e Ambiente
Research Article Wood Science and Technology

Growth Stress in Peltophorum dubium and its Correlation with the Growth Variables

Carolina Nogueira Xavier; Carlos Eduardo Silveira da Silva; Pablo Vieira dos Santos; Alexandre Monteiro de Carvalho; Alexandre Miguel do Nascimento; Pedro Henrique Santin Brancalion

Abstract

ABSTRACT: The exploitation of valuable native timber species in forest restoration projects has emerged as a promising strategy to make restoration financially viable. There are few studies regarding the quality of timber from restoration plantations. The aim of this study was to analyze growth stresses by determining the longitudinal residual strain (LRS) and evaluate their correlation with the growth variables in the species Peltophorum dubium (Spreng.) Taub in a 14-year old restoration plantation. Eighteen individuals were evaluated, determining the following variables: diameter at breast height (DBH), bark thickness, average annual growth in diameter (IMA) and annual periodic growth in diameter (IPA 2012-2015 ). The LRS was determined by the extensometer (CIRAD-Forêt), on DBH height and in the north-south direction of each tree. The LRS average was 0.072 mm, within the range of expected wood values for sawmilling. There was a significant positive correlation between the LRS, DBH and IMA.

Keywords

extensometer, canafístula, increase in diameter

References

Beltrame R, Peres ML, Lazarotto M, Gatto DA, Schneid E, Haselein CR. Tensão de crescimento e sua relação com as rachaduras de topo em toras de Eucalyptus spp. Scientia Forestalis 2015; 43(105): 63-74.

Brancalion PHS, Garcia LC, Loyola R, Rodrigues RR, Pillar VD, Lewinsohn TM. A critical analysis of the Native Vegetation Protection Law of Brazil (2012): updates and ongoing initiatives. Natureza & Conservação 2016; 14(Suppl 1): 1-15. http://dx.doi.org/10.1016/j.ncon.2016.03.003.

Brancalion PHS, Viani RAG, Strassburg BBN, Rodrigues RR. Finding the money for tropical forest restoration. Unasylva 2012; 63(239): 41-50.

Cardoso AA Jr, Trugilho PF, Lima JT, Rosado SC. S., Mendes LM. Deformação residual longitudinal em diferentes espaçamentos e idades em clone de híbrido de Eucalyptus. Cerne 2005; 11(3): 218-224.

Carvalho AM, Gonçalves MPM, Amparado KF, Latorraca JVF, Garcia RA. Correlações da altura e diâmetro com as tensões de crescimento em árvores de Corymbia citriodora e Eucalyptus urophylla. Revista Árvore 2010; 34(2): 323-331. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622010000200015.

Carvalho PER. Espécies arbóreas brasileiras. Vol. 1. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica; 2003. 1039 p.

Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura – CEPAGRI. Clima dos Municípios Paulistas. Campinas: CEPAGRI; 2016. [cited 2016 Jan 30]. Available from: http://www.cpa.unicamp.br/outras-informacoes/clima_muni_153.html

Chafe SC. Growth stresses in trees. Australian Forest Research 1979; 9: 203-223.

Chazdon RL, Brancalion PHS, Laestadius L, Bennett-Curry A, Buckingham K, Kumar C et al. When is a forest a forest? Forest concepts and definitions in the era of forest and landscape restoration. Ambio 2016; 45(5): 538-550. PMid:26961011. http://dx.doi.org/10.1007/s13280-016-0772-y.

Cidade-Brasil. Munícipio de Descalvado. Descalvado: Cidade-Brasil; 2016. [cited 2016 Jan 30]. Available from: http://www.cidade-brasil.com.br/municipio-descalvado.html

Costa MP, Nappo ME, Caçador FRD, Barros HHD. Avaliação do processo de reabilitação de um trecho de floresta ciliar na bacia do rio Itapemirim - ES. Revista Árvore 2010; 34(5): 835-851. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622010000500009.

Delucis RA, Beltrame R, Gatto DA, Cademartori PHG, Schneid E. Análise da deformação residual longitudinal e sua relação com propriedades tecnológicas da madeira de acácia-negra. Revista Árvore 2015; 39(3): 585-594. http://dx.doi.org/10.1590/0100-67622015000300020.

Durigan G, Nogueira JCB. Recomposição de matas ciliares . São Paulo: Instituto Florestal; 1990. 14 p. (IF Série Registros; no. 4).

Ferrand JC. Growth stresses and silviculture of eucalyptus. Australian Forest Research 1983; 13(1): 75-81.

Ferreira WC, Botelho SA, Davide AC, Faria JMR. Avaliação do crescimento do estrato arbóreo de área degradada revegetada à margem do Rio Grande, na Usina Hidrelétrica de Camargos, MG. Revista Árvore 2007; 31(1): 177-185. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622007000100020.

Flórez JM. Caracterização tecnológica da madeira jovem de teca (Tectona grandis L. f) [dissertation]. Lavras: Universidade Federal de Lavras; 2012.

Gonçalves SVB. Ferramentas para a avaliação das propriedades da madeira em Árvores vivas de Toona ciliata (Roemer) e aplicações no melhoramento genético [dissertation]. Lavras: Universidade Federal de Lavras; 2009.

Gurgel OA. Fo. Essências indígenas. Silvicultura 1975; 9: 47-52.

Lamb D, Erskine PD, Parrotta JA. Restoration of degraded tropical forest landscapes. Science 2005; 310(5754): 1628-1632. PMid:16339437. http://dx.doi.org/10.1126/science.1111773.

Lima IL, Freitas JA, Garcia JN. Influência da classe diamétrica nos índices de rachadura da madeira em Liquidambar styraciflua. Floresta e Ambiente 2013; 20(1): 117-123. http://dx.doi.org/10.4322/floram.2012.064.

Lima JT, Trugilho PF, Rosado SCS, Cruz CR. Deformações residuais longitudinais decorrentes de tensões de crescimento em eucaliptos e suas associações com outras propriedades. Revista Árvore 2004; 28(1): 107-116. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622004000100014.

Malan FS, Hoon M. Effect of initial spacing and thinning on some wood properties of Eucalyptus grandis. South African Forestry Journal 1992; 163(1): 13-20. http://dx.doi.org/10.1080/00382167.1992.9629362.

Marchiori JNC. Dendrologia das angiospermas: leguminosas. Santa Maria: Editora UFSM; 1997.

Melo FPL, Pinto SRR, Brancalion PHS, Castro PS, Rodrigues RR, Aronson J et al. Priority setting for scaling-up tropical forest restoration projects: Early lessons from the Atlantic Forest Restoration Pact. Environmental Science & Policy 2013; 33: 395-404. http://dx.doi.org/10.1016/j.envsci.2013.07.013.

Mendonça AR. Avaliação de uma metodologia para otimização do volume de toras comerciais de Eucalyptus sp. em função da qualidade do fuste [dissertation] Alegre: Universidade Federal do Espírito Santo; 2006.

Muneri A, Knight J, Legate W, Palmer G. Relationships between surface longitudinal growth strain and tree size, wood properties and timber distortion of 4 year old plantation grown Eucalyptus cloeziana. In: Proceedings of I Ufro Conference: the future of eucalypts for wood products; 2000; Launceston, Austrália. Launceston: IUFRO; 2000. p. 292-300.

Pádua FA, Trugilho PF, Rosado SCS, Lima JT, Cardoso Júnior AA, de Oliveira AC. Estimativa de parâmetros genéticos das tensões de crescimento em clones de Eucalyptus. Scientia Forestalis 2004; 66: 152-160.

Rech C, Silva JC. Características intrínsecas da madeira. Revista da Madeira 2001; 10: 60-65.

Revista da Madeira. Espécies tropicais promissoras. Revista da Madeira 2007; 18(108): 98-106.

Rocha MP, Tomaselli I. Efeito do modelo de desdobro na qualidade da madeira serrada de Eucalyptus grandis e Eucalyptus dunnii. Cerne 2002; 8(2): 70-83.

Rodrigues EDC, Rosado SCD, Trugilho PF, Santos AM. Seleção de clones de Eucalyptus para as proriedades físicas da madeira avaliadas em árvores no campo. Cerne 2008; 14(2): 147-152.

Ruchel AR. Evolução do uso e valorização das espécies madeiráveis da Floresta Estacional Decidual do alto Uruguai. Ciência Florestal 2003; 13(1): 153-166.

Sebbenn AM, Siqueira ACMF, Vencovsky R, Machado JAR. Interação genótipo x ambiente na conservação ex situ de Peltophorum dubium, em duas regiões do Estado de São Paulo. Revista Instituto Florestal 1999; 11(1): 75-89.

Senna SN, Freitas MLM, Zanatto ACS, Morais E, Zanata M, Moraes MLT et al. Variação e parâmetros genéticos em teste de progênies de polinização livre de Peltophorum dubium (Sprengel) taubert em Luiz Antonio-SP. Scientia Forestalis 2012; 40(95): 345-352.

Silva LD. Melhoramento genético de Eucalyptus benthamii Maiden et Cambage visando a produção de madeira serrada em áreas de ocorrência de geadas severas [thesis]. Curitiba: Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná; 2008.

Silva CC. Potencial de espécies nativas para a produção de madeira serrada em plantios de restauração florestal. [dissertation]. Piracicaba: Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo; 2013.

Silva JGM, Vidaurre GB, Arantes MDC, Batista DC, Soranso DR, Billo DF. Qualidade da madeira de mogno africano para a produção de serrados. Scientia Forestalis 2016; 44(109): 181-190. http://dx.doi.org/10.18671/scifor.v44n109.18.

Souza MAM. Deformação Residual Longitudinal (DRL) causada pelas tensões de crescimento em clones de híbridos de Eucalyptus [dissertation]. Lavras: Universidade Federal de Lavras; 2002.

Suding KN, Farrer EC, King AJ, Kueppers L, Spasojevic MJ. Vegetation change at high elevation: scale-dependence and interactive effects on Niwot Ridge. Plant Ecology & Diversity 2015; 8(5-6): 713-725. http://dx.doi.org/10.1080/17550874.2015.1010189.

Trugilho PF. Tensão de crescimento em árvores vivas de clones de Eucalyptus spp. e de Eucalyptus dunnii Maiden e propriedades de sua madeira [thesis]. Curitiba: Universidade Federal do Paraná; 2005.

Trugilho PF, Iwakiri S, Rocha MP, Matos JLM, Saldanha LK. Efeitos da idade e classe diamétrica na deformação residual longitudinal em árvores de Eucalyptus dunnii Maiden. Revista Árvore 2004; 28(5): 725-731. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622004000500012.

Trugilho PF, Lima JT, de Pádua FA, Soragi L. C., Andrade CR. Deformação residual (DRL) e tangencial (DRT) em seis clones de Eucalyptus spp. Cerne 2006; 12(3): 279-286.

Vidaurre GB, Nutto L, França FJN, Braz RL, Watzlawick LF, Moulin JC. Tensão de crescimento no lenho de Eucalyptus benthamii e sua relação com características dendrométricas em diferentes espaçamentos. Floresta e Ambiente 2015; 22(3): 408-415. http://dx.doi.org/10.1590/2179-8087.044413.
 

5ab900d70e8825f47f165bc2 floram Articles
Links & Downloads

FLORAM

Share this page
Page Sections